''Toda a minha vida eu tentei esqueçer deste perfume,
Deste perfume de dor.
Essa dor que me corrói, que me rasga por dentro
Uma dor silenciosa, que grita... e ninguém à houve!
Tenho medo,
medo de te perder,
medo de me perder,
medo... de me apaixonar de novo.
Não sou tão sem valor assim,
apenas sou uma alma machucada,
uma alma ferida.
Sem forças para criar asas e levantar voô novamente.
Só com você, com você e com você
É sempre a mesma história sem sentido.
Poderei ser feliz um dia?
Um dia terei amor?
Um dia serei amado?
Essa ferida pareçe nunca cicatrizar,
pareçe sangrar mais e mais
Uma dor insáciavel.
Segure minha mão,
eu preciso tentar de novo.
Tento acordar desse pesadelo,
mais tudo o que vejo é escuridão.
Essa infinita escuridão.
Tento chegar a superfície,
e então a mão me puxa novamente, não a sua mão
e sim a mão da dor, da solidão
Para mais uma vez, eu lhe fazer companhia
E nunca ser seu.
Você plantou sementes em mim,
regue-as então
Deixe crescer essa árvore solitária,
tente me fazer feliz
Eu não tenho esse direito?
Esse cheiro nao me abandona, esse cheiro doloroso e docê.
Me abraçe, aqueça-me
Enxugue minhas lágrimas.
Beije-me.
Faça-me feliz, por favor?
Estou com medo da escuridão, medo da solidão
Puxe-me, toque-me
Me acorde desse pesadelo, seje minha luz
antes que ela se apague,
E eu me esqueça que pudemos ter algo tão lindo
Como o amor!''
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Por João Marcos Bergamin Moreira (Gaspar)

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